terça-feira, 13 de setembro de 2011

Copa vela Paulo Afonso - Domingo 11/09/2011
Cláudia Leite, Luiz Caldas e Carla Cristina



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domingo, 11 de setembro de 2011

Copa vela Paulo Afonso - Sábado 10/09/2011
Kid Abelha - Trem de pouso



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Copa vela Paulo Afonso - Sexta 09/09/2011
Sorriso Maroto




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terça-feira, 12 de abril de 2011

O que é HDR? Por que usar essa técnica?

Na teoria

HDR significa High Dynamic Range. Isso também não diz nada né? Pois bem, vou tentar explicar de uma forma não tão chata:

As fotos “comuns” que tiramos em JPEG são tiradas com profundidade de cor de 8-bit por canal. Isso quer dizer que são processadas cores de 0 a 255, do preto ao branco, em cada canal (normalmente os canais RGB, ou Adobe RGB ou sRGB, ou seja, normalmente são três canais). Arquivos com profundidade de cor de 16-bit possuem mais fidelidade de cores (inclusive do preto e do branco) pois contém mais informações de cor em cada canal. O “intervalo” entre as imagens de 8-bit e 16-bit é chamado de Dynamic Range – muitos mais detalhes e fidelidade de cores são encontrados nas imagens de 16-bit, simplesmente porque existe mais informações sobre a luminosidade de cada pixel quando temos um intervalo maior de valores de luminosidade em cada canal.

Canais, cores, bits e profundidade

Desculpe, eu tentei explicar de uma forma não tão chata… mas a teoria é sempre assim, né? rs…

É assim que criamos as tais das fotografias HDR – juntamos fotos com uma profundidade de cor de 8-bit com diversas exposições para criar imagens de 16-bit e assim chegamos a um resultado de uma imagem com muita, mas muita, informação de cor. E isso é bom. E isso nos dá controle. E isso nos faz poder criar fotos maravilhosas.

Em um monitor comum nem conseguimos ver tamanha profundidade de cores, e na realidade o arquivo HDR não pode ser salvo e visto normalmente. Por isso depois de criar o arquivo em HDR nós transformamos a imagem novamente em JPG e com 8-bit, mas aí ela já está com a “aparência” desejada – ou seja, já aproveitamos a profundidade de cor para pegar os detalhes que queremos na foto e podemos transformá-la novamente em 8-bit.

Na prática

Embora existam todos esses detalhes técnicos podemos simplificar a explicação:

It's all about detail

Na fotografia HDR juntamos várias fotos com exposições diferentes e assim temos detalhes tanto na sombra quanto nas luzes – sem precisar editar somente uma parte da cena. Ou seja, de várias fotos conseguimos fazer uma totalmente diferente mas com a mesma qualidade.

Quando editamos uma foto, no Photoshop por exemplo, estamos destruindo as informações de cores dela. Por isso HDR não é feita com uma foto só – pois assim não resultaria em uma imagem de qualidade.

Exemplos

Na cena que vamos fotografar normalmente existem sombras e luzes.

Situação 1: temos uma cena comum, com um pouco de sombra e um pouco de luz. Normalmente uma exposição normal (no “0″) trará um resultado bom (conseguiremos ver o assunto satisfatoriamente).

Foto com exposição normal

Situação 2: temos cenas de alto contraste. Por exemplo: quando estamos fotografando contra a luz do sol ou com um céu bem aberto e claro. Nessas horas temos que decidir se nosso assunto será o céu (o que fará com que todo o resto da cena fique subexposta pois teremos que fotografar em -1 ou -2) ou se será o resto da cena (o que fará com que o céu fique inevitavelmente claro demais pois teremos que fotografar em +1 ou +2).

Temos que decidir se queremos ver o céu...

...ou se queremos ver a terra!

Podemos utilizar a fotografia HDR em ambas as situações. No primeiro exemplo os pequenos detalhes das sombras e das luzes vão aparecer (normalmente resultando em uma foto com menor contraste no geral).

Mais detalhes, menos contraste

Na segunda situação poderemos ter os detalhes tanto do céu quanto do resto da paisagem.

Details everywhere! Yeeey!

E por que usar essa técnica?

Sabe porque esse tipo de foto é legal? Pois uma boa HDR faz a cena parecer real, quase podemos tocar.

Nossos olhos funcionam como uma câmera, mas muito melhor. Quando olhamos uma paisagem no geral conseguimos ver o céu e todo o resto da cena. Quando olhamos uma pessoa conseguimos ver tanto os detalhes de sua pele quanto os detalhes do local que está atrás dela. As câmeras não têm essa versatilidade e em uma foto normalmente não conseguimos reproduzir o que estamos vendo.

É aí que entra a HDR – tentando reproduzir a qualidade dos nossos olhos que (ainda) não está nas câmeras. =)

Nos próximos artigos vamos aprender os cuidados a tomar e como fazer, passo a passo, uma foto em HDR.

O que eles pensam que estão falando?




Este vídeo, que mostra dois bebezões de pouco mais de 1 ano em um bom bate-papo, virou febre na internet nos últimos dias. Quem assistiu tenta entender o que eles falam, mas a pergunta é: Será que a conversa realmente faz sentido?

A psicoterapeuta infantil Germana Savoy, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, afirma que as crianças estão apenas repetindo o que acontece ao seu redor. “Já nos primeiros dias de vida começamos a imitar os gestos faciais de pessoas do convívio. É assim que aprendemos, primeiramente, a nos comunicar com o mundo. É quase uma brincadeira de mímica. Na gravação, os gêmeos se imitam como no espelho”, esclarece.
Já quanto ao conteúdo desses balbucios e gargalhadas, sabe-se que é uma forma de interação, mas provavelmente não passa de uma brincadeira. “Antes dos 18 meses, a criança ainda não sabe o significado das palavras para manter uma conversa. Esse processo leva tempo. Por outro lado, não podemos menosprezar essa forma de comunicação”, alerta.

Embora não seja uma regra, em geral, os bebês começam a balbuciar entre 6 e 8 meses de vida. Em gêmeos, esses sons são ainda mais frequentes, lembrando uma conversa. De acordo com Germana, como estão sempre juntos, eles desenvolvem intensa conexão. “É como se um copiasse o comportamento do outro não só em gestos, mas na vocalização, o que, para nós, soa como um bate-papo”.

Se você quer estimular o seu pequeno a conversar e desenvolver a fala, a psicoterapeuta aconselha a falar com ele já na maternidade.”Conversas e cantorias na hora do banho, da troca de roupa, da amamentação, dos passeios e das brincadeiras devem acontecer com frequência. Crianças que são estimuladas por meio da fala pelos adultos começam a se comunicar mais cedo”, aconselha.

E nada de repetir quando o pequeno falar errado – mesmo que seja absolutamente fofo. “Não se deve estimular a pronúncia incorreta. Inicialmente, eles poderão falar errado, mas a maturidade trazida com o desenvolvimento permitirá a execução certa e isso só será possível com um modelo preciso”, finaliza Germana.

Bebê em ação descendo a escada

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Confraternização dos funcionários Hiper Braga
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